Segunda noite: Realmente, eu não havia planejado (ok, não foi à toa que coloquei duas pedras debaixo do travesseiro, mas foi somente uma ligeira intenção. As pedras não funcionam quando eu tento sonhar com determinado assunto; por que eu estaria convicta de que funcionaria para um assunto mais complexo ainda, no meu ponto de vista?). Tinha acabado de fazer uma prova, descia as escadas com certa tontura, encontrei uma antiga amiga, abraçamo-nos. Voltei para casa. Meu pai estava gritando comigo por alguma razão desconhecida. Ele sobe as escadas, e eu fico ouvindo o que minha mãe conversa com ele (algo que ela jamais faria aqui neste plano):
- Por que você fica gritando com ela? Não vê que isso só piora as coisas? Ela mesma me disse que aceitaria de melhor forma se você só conversasse. Tente parar com esse mau hábito.
Haha. Coisa de sonho, é claro. Então eles somem da minha visão. Vou para o meu quarto. Imponente, aponto para a entrada da sacada e para a janela da frente, dizendo:
- Abram as janelas! Deixem a energia do Sol entrar nesse lugar, retirando todas as larvas astrais!
E elas abrem mesmo. Quando aponto para a da frente abrir, bem... Deparo-me com um morcego grande, escuro, que ainda parado, abriu suas asas para mim.
Do nada vou parar em um pseudo-avião com muitas janelas abertas e sem teto. Vejo o morcego voando em minha direção; ele pousa nas minhas costas, eu me debato para ele sair de lá, embora estivesse parado sem fazer nada comigo. Ele sai. O avião continua voando, e ele volta.
Acordo tensa, vou comer alguma coisa, e aqui estou, tentando achar alguma resposta.

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