A chuva sempre tem algum impacto pessoal. Pode ser romântica quando se está a dois, assustadora quando envolve a segurança de uma cidade, revigorante num dia quente, confortável para se ouvir lendo um livro ou prestes a cair no sono. Essa, todavia, é a chuva externa.
A chuva interna é aquela que nos lava a alma. Que acompanha a turbulência dos nossos ventos para que toda a sujeira, muitas vezes estagnada, possa sair de uma vez por todas.
Que nunca nos conformemos com as secas que tanto nos consomem e enfraquecem. Assim como um sertanejo que ora para chover na sua terra, devemos manter a esperança de que caia uma tempestade dentro de nós. E que ela esteja chegando…
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