17 de set. de 2011

Durmo para fugir;
Em oceanos de
desespero e morte
Imergir;

Silenciar as paisagens,
Silenciar todos os encantos

Ácidos

Aborreço-me em fobias de entretantos,
Mesquinhos espinhos humanos de
Prazer, complacência e saudade.

Imirjo para emergir;
A sonhos puros de
restauração no limbo
Fugir;

Silenciar todo o mundo,
Silenciar toda a consciência

Com o meu desejo eterno de
inconsistência
Que a mim trará as vís areias da
liberdade.


F.P.

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