Em oceanos de
desespero e morte
Imergir;
Silenciar as paisagens,
Silenciar todos os encantos
Ácidos
Aborreço-me em fobias de entretantos,
Mesquinhos espinhos humanos de
Prazer, complacência e saudade.
Imirjo para emergir;
A sonhos puros de
restauração no limbo
Fugir;
Silenciar todo o mundo,
Silenciar toda a consciência
Com o meu desejo eterno de
inconsistência
Que a mim trará as vís areias da
liberdade.
F.P.
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