6 de ago. de 2011

Não seja seu maior problema

"a questão é que você não deve tentar ver a si mesma a partir de uma perspectiva externa; você deve ver você enquanto você mesma; você deve incorporar o máximo que pode de si, para em um instante analisar sua personalidade. Se você tentar se projetar enquanto outra pessoa para analisar a si mesma, você só encontrará falhas que em primeira instância soarão absurdas e inaceitáveis; se você vê suas falhas como você mesma, você poderá analisa-las de modo mais contextualizado (PORQUE eu sou assim? PORQUE funciona de tal modo?); o contexto importa, você tem uma história que te gerou, você é fruto de um punhado de lembranças que seu cérebro acumulou. Por isso que uma criança se torna impura com o passar do tempo, ela vai agregando lembranças que forçam a diferenciação de uma personalidade; soma-se isso a mil outros fatores biológicos que por enquanto não importam, incluo-os no campo das lembranças. Abrace a si mesma; tente melhorar, porém sem rejeitar logo de início o que há de ruim em você; e lembre-se que ruim e bom são conceitos que NÓS criamos".

F.

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