E a Roda volta ao seu início. Por opção pessoal, definitivamente não farei mais rituais celebrando. Procurei buscar a verdade na última Roda do Ano. Todas as experiências nos ensinam, nos mostram, cabe a nós entender. Entendi que a verdade independe de tradições, de matéria, de palavras. A verdade está dentro de cada um, a verdade é infinita.
Sinto como se tivesse sido no mês passado meu primeiro Samhain, a busca pelas romãs na casa de desconhecidos velhinhos muito simpáticos, a sujeira no diário mágico, o entusiasmo.
A renovação da esperança em Yule.
A luz que permaneceu em meu caminho quando eu não podia andar no escuro.
O retorno em Imbolc.
A busca pelo conhecimento, o reacendimento da chama interna.
A satisfação em Ostara.
Simplesmente o melhor presente de aniversário que alguém poderia receber.
O fogo da amizade em Beltane.
Os desejos, o reconhecimento de que há outras formas de ser feliz.
O ápice em Litha.
O prazer, a alegria, as surpresas.
Sinais de conformidade em Lughnasad.
Equilíbrio, observação.
A ida ao encerramento em Mabon.
O reconhecimento de que tudo está em constante mutação.
A sabedoria da Natureza.
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